Acabou a corrida por uma vacina contra coronavírus?

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Notícia:

Foi anunciado que a vacina desenvolvida pela BioNTech tem uma taxa de imunização de 90% e que a Pfizer a vai fabricar e distribuir.

Já a Rússia anunciou ontem, 11 de novembro de 2020, que a sua vacina mais avançada, a que chamou Sputnik, tem uma taxa de sucesso de “92%”.

Contudo, nem o anúncio russo nem o da BioNTech e da Pfizer foram realizados como recomenda o protocolo, ou seja, por meio da publicação dos resultados dos ensaios clínicos em revistas científicas, avaliados por pares dos cientistas.

Opinião:

[por Sálvio Kotter]

As notícias de avanço da vacina representam um grande alívio, um sentimento de segurança a todos nós que provavelmente teremos acesso a ela assim que for disponibilizada.

A notícia alvissareira, sem dúvida, dá início primeiramente a uma grande “guerra-fria” pela primazia dos países em adquiri-la.

No segundo momento os países terão de enfrentar a as questões internas de distribuição de renda, primeiramente para saber quem serão os primeiros cidadãos a ter acesso a ela.

No segundo momento as nações terão de discutir a maneira de fazer com que ela chegue a todos, ou seja, que a camada da população que não possa pagar pela vacina também seja imunizada.

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