Aposta por um nome à presidência no Chile

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Imagem: Twitter

por Opera Mundi

 

A dupla formação acadêmica de Daniel Jadue, em arquitetura e sociologia, foram seu cartão de entrada no mundo da política, mas seu surgimento como figura nacional se deu por suas origens. Apesar de ser militante comunista desde 1993, sua primeira aparição com maior destaque em meios de comunicação foi como Presidente da União de Estudantes Palestinos, em 1987.

A partir da década de 2000, seria porta-voz da Federação Palestina do Chile, e como tal, participou em debates na TV com representantes da comunidade judia, nos quais mostrou uma capacidade de debater e impor seus argumentos que chamou a atenção do público.

Em 2019 e 2020, com a revolta social no Chile, Jadue parece ter ganhado ainda mais destaque no cenário nacional, sobretudo por algumas fotos de manifestantes que o flagraram participando dos protestos, mas não como protagonista nem como orador. Simplesmente estava ali, no meio das pessoas, gritando, cantando, aplaudindo, como todas as demais milhões de pessoas que lotavam o centro de Santiago.

Embora Jadue não se apresente como porta-voz da revolta e repudie qualquer tipo de alusão a que ele representa os manifestantes, sua imagem como presidenciável cresce. Ele é visto, por muitos, como uma das raras figuras com credibilidade na política chilena atual.

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