Assassinatos de ex-combatentes colombianos

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[por Pedro Carrano]

Chega a 242 o número de ex-combatentes colombianos das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC, atual partido Força Alternativa Revolucionária do Comum) assassinados no país.

O mais recente foi morto no departamento de El Putumayo.

O clima na Colômbia, cujos governos mantêm-se atrelados ao neoliberalismo desde os anos 1990, mesmo com os acordos de Paz, assinados em 2016, é de perseguição a lideranças populares. Mais de 300 líderes populares foram assassinados em quatro anos do acordo que desarmou cerca de 13 mil guerrilheiros.

Até o início de junho, de acordo com a ONU, 44 familiares de ex-combatentes também foram executados.

Em meio a isso, o presidente Ivan Duque enfrenta forte jornada de protestos devido a problemas sociais e pelo cumprimento dos acordos de paz.

A Colômbia segue sendo território e governo controlado pelo governo dos EUA, servindo como cabeça de ponte para hostilidades contra o governo da Venezuela. A esperança por uma transição democrática após o conflito armado vai ficando cada vez mais difícil.

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