Bolsonaro volta a defender voto impresso

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Foto: Pablo Jacob / Agência O Globo / Arquivo

Nesta segunda-feira (28), o presidente Jair Bolsonaro, ao receber um grupo de apoiadores, voltou a defender o voto impresso. Segundo ele, as eleições para a presidência da Câmara e do Senado ocorrem no “papelzinho”, porém o voto eletrônico foi instituído em ambas as Casas em 2007.

De acordo com Bolsonaro, isso “é comum na Câmara, não sei como está agora. As eleições na Mesa [Diretora], para presidente, é no papelzinho. Não sei como vai ser esta agora”. As declarações foram transmitidas por um site bolsonarista.

Apesar dos seus 27 anos como congressista, Bolsonaro passou pela Casa sem perceber o desenvolvimento tecnológico do seu local de trabalho, mesmo tendo sido candidato em dois pleitos para a liderança do congresso.

Para o presidente, após a troca de comando das duas casas legislativas, a aprovacao da Proposta de Emenda Constitucional (PEC), de autoria de Bia Kicis (PSL), sobre o voto impresso torna-se uma das suas principais pautas de pré-campanha para 2022.

A proposição da parlamentar prevê que seja obrigatória a impressão de cédulas físicas “a serem depositadas em urnas indevassáveis, para fins de auditoria” em qualquer processo eleitoral.

Bolsonaro ainda declarou que “Acabando as eleições [no Legislativo], tem uma PEC da Bia Kicis. E a gente conversar com os dois presidentes para levar avante essa PEC, para ver se a gente aprova o voto impresso. E se aprovar vai ser voto impresso em 2022”.

Embora o presidente afirme que houveram fraudes nas eleições de 2018 e que as urnas eletrônicas não são confiáveis, ele ainda não apresentou nenhuma prova de que estaria falando a verdade.

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