Centrão manda recado: “caso seja necessário uma nova troca no MS, discutiremos o próximo presidente da República”

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Foto: DIDA SAMPAIO / ESTADAO

Após conversas, que não deram em nada, com a médica Ludhmila Hajjar para assumir o Ministério da Saúde, o presidente Jair Bolsonaro indicou o médico Marcelo Queiroga para assumir a pasta. Queiroga é um nome de confiança de Flávio Bolsonaro (Republicanos), filho mais velho do presidente. Assim, Bolsonaro, no momento mais dramático da sua gestão, voltou a se isolar. E o centrão? Mandou seu recado.

O grupo, que apoiou Bolsonaro em algumas decisões, vê a necessidade do governo federal dar uma guinada na Saúde e deixa no ar um descontentamento com a nova escolha do presidente. Segundo um influente político do centrão: “Bolsonaro quis escolher um nome sozinho. Não tem problema. Mas terá que acertar na seleção do seu quarto ministro da Saúde porque, caso seja necessário fazer uma nova troca, o País não vai parar para discutir quem será o quinto, mas sim o próximo presidente da República. Na versão de um deputado, ninguém mais ficará brincando de escolher ministro”.

De olho no orçamento de R$134,5 bilhões do Ministério da Saúde, o partido Progressistas, do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, esperava voltar ao comando da pasta. A legenda chegou a cogitar três nomes para substituir Pazuello: Doutor Luizinho (RJ), Hiran Gonçalves (RR) e Ricardo Barros (PR). Para frustração da sigla, nenhum deles foi sequer entrevistado pelo presidente.

As informações foram reportadas pelo Estadão.

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