Cientistas pedem que a vacina CoronaVac seja incluída em plano de imunização nacional

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Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo

Encarregados de auxiliar o Ministério da Saúde, cientistas e pesquisadores apelaram para que o governo comece imediatamente as negociações com o Instituto Butantan. O grupo técnico destacou que para contemplar toda a população brasileira faz-se necessária a aquisição de um grande volume de doses.

Em carta, os especialistas pedem: “Vimos solicitar ao governo brasileiro o esforço para que sejam imediatamente abertas negociações com o Instituto Butantan, que já teria condições de oferta de doses de vacinas”.

O grupo afirma estar preocupado com o acordo firmado apenas com a vacina de Oxford/AstraZeneca. “A única alternativa à vacina da AstraZeneca incluída no planejamento é a ofertada pela Pfizer, justamente a que apresenta o maior desafio logístico”. 

O Ministério da Saúde disse que iria assinar uma intenção de compra das 70 milhões de doses da vacina Pfizer, na última segunda-feira (7). A vacina já está sendo aplicada no Reino Unido e precisa de uma refrigeração de -70ºC.

Além disso, na carta, os cientistas abordam a definição de grupos prioritários para serem vacinados. Eles defendem que todas as populações mais vulneráveis devem ter preferência na vacinação, como populações indígenas, quilombolas, ribeirinhas e pessoas com deficiência.

Para os pesquisadores, “Iniciar a vacinação o quanto antes será tarefa das mais importantes lideradas pelo Ministério da Saúde”. Apesar da pressão das secretarias de Saúde, o governo ainda não apresentou um plano de vacinação nacional.

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