Graças aos EUA – Dez anos de guerra na Síria

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Cidade síria devastada.
Foto: Reuters.

A guerra na Síria extrapola suas fronteiras e envolve um xadrez geopolítico entre Rússia e Irã, de um lado, e os EUA, financiadores do Estado Islâmico, de outro.

O jornalista e analista internacional, Pepe Escobar, já apontava que o governo dos EUA, nos anos 90, havia apontado o que chamou de arco da instabilidade, que envolvia justamente Iraque, Afeganistão, Líbia, Síria para chegar a desestabilização do Irã – o que se mostrou mais difícil do que era esperado.

O livro Guerras Híbridas, do jornalista Andrew Korybko ajuda também a entender, na impossibilidade de choques e invasões diretas dos EUA na Rússia, o papel de políticas de desestabilização em países fronteiriços ou que recebem apoio do governo russo.

O resultado de mais uma aventura de intervenção está aqui, em matéria do La Jornada:

“Cerca de 4,5 milhões de pessoas caíram na fome e na insegurança alimentar no ano passado, enquanto 12,4 milhões de pessoas – cerca de 60 por cento da população – sofrem de fome ou insegurança alimentar, um número que é o dobro de 2018.”

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