Há algo de podre no governo Bolsonaro: Abin auxiliou defesa de Flávio Bolsonaro no caso Queiroz

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Reprodução: Redes sociais

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) auxiliou a defesa de Flávio Bolsonaro sobre como embasar a solicitação de anulação do caso Queiroz. A agência produziu pelo menos dois documentos que foram enviados em setembro para o filho do “Messias”. Este é um dos maiores, dentre tantos, escândalos envolvendo a família Bolsonaro. A Abin é um órgão governamental que não deve ser “aparelhado” para assuntos de cunho privado e familiar.

Segundo a coluna de Guilherme Amado, a Abin informou a defesa do senador que uma suposta organização criminosa em atuação na Receita Federal (RFB) teria analisado de forma ilegal os dados fiscais dele. E com base nisso, foi feito o relatório que deu início ao inquérito das rachadinhas.

Em um documento, no campo “Finalidade”, citam: “Defender FB no caso Alerj demonstrando a nulidade processual resultante de acessos imotivados aos dados fiscais de FB”. Ambos os relatórios foram enviados para o 01 de Bolsonaro por WhatsApp e, posteriormente, repassados para sua advogada.

Tudo isso se contrapõe com a versão do general Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional. Segundo ele, não houve atuação da inteligência após a advogada do senador enviar a denúncia a ele, em 25 de agosto deste ano. 

 

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