Lewandowski concorda com Mendes pela suspeição de Moro

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, deu um prazo de cinco dias para que o Ministério da Justiça se pronuncie sobre a cooperação de procuradores da Lava Jato com órgãos internacionais durante a operação.
Foto: Gabriela Biló

Nesta terça-feira (9), a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vota pela suspeição ou não do ex-juiz Sergio Moro nos processos contra o ex-presidente Lula. O ministro Ricardo Lewandowski votou a favor da suspeição de Moro, assim como Gilmar Mendes, que também se demonstrou favorável.

Lewandowski declarou que seu voto possui mais de 80 páginas e que, por conta da extensão, não iria ler em sua completude. O voto do ministro deve ser divulgado à população após a sessão.

O ministro Kássio Nunes Marques, indicação de Jair Bolsonaro (sem partido), pediu vista para analisar o processo e apresentar seu voto posteriormente.

Mais cedo na sessão, o ministro Edson Fachin tentou manobra para adiar o julgamento de Moro nesta terça, bem como restaurou os direitos políticos de Lula sob o pretexto de incompetência da 13ª Vara Federal de Justiça de Curitiba, não reconhecendo a imparcialidade do ex-juiz. A decisão de Fachin sobre Lula foi vista como uma forma de retirar a culpa de Sergio Moro e evitar seu julgamento. O ministro Fachin votou contra a suspeição, porém este pediu para se manifestar novamente após o voto de Nunes Marques.

A ministra Cármen Lúcia escolheu aguardas as vistas de Nunes Marques para declarar seu voto. O placar ainda está indefinido pela suspeição ou não de Moro.

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