Lideranças políticas prestam solidariedade à Dilma após ataques de Bolsonaro

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Foto: Reprodução

Após declarações de Bolsonaro sobre as torturas sofridas por Dilma Rousseff durante a Ditadura Militar, lideranças políticas vieram a público prestar solidariedade à ex-presidenta.

Por meio de suas redes sociais, Lula prestou solidariedade à companheira: “O Brasil perde um pouco de sua humanidade a cada vez que Jair Bolsonaro abre a boca. Minha solidariedade à presidenta @dilmabr, mulher detentora de uma coragem que Bolsonaro, um homem sem valor, jamais conhecerá”.

Além dele, FHC também se manifestou: “Brincar com a tortura dela (Dilma) — ou de qualquer pessoa — é inaceitável. Concorde-de (sic) ou não com as atitudes políticas das vítimas. Passa dos limites”.

Já Rodrigo Maia, atual presidente da Camara dos Deputados, foi mais contundente: “Bolsonaro não tem dimensão humana. Tortura é debochar da dor do outro. Falo isso porque sou filho de um ex-exilado e torturado pela ditadura. Minha solidariedade a ex-presidente Dilma. Tenho diferenças com a ex-presidente, mas tenho a dimensão do respeito e da dignidade humana”.

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, também criticou o presidente: “Pense em um homem que no meio de uma onda de feminicídios debocha de um mulher presa e torturada. Esse sujeito existe e, pior, preside o Brasil”.

Por fim, foi a vez do ex-ministro e ex-governador do Ceará, Ciro Gomes, afirmar “Bolsonaro ataca Dilma por ser frouxo, corrupto e incapaz. Enquanto ela defende suas convicções, ele vende o país ao estrangeiro e, por sua irresponsabilidade, quase 200 mil brasileiros já perderam suas vidas”.

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